
Durante muito tempo, critérios como preço e número de parceiros foram suficientes para definir contratos no setor de benefícios. Esse cenário mudou.
Hoje, instituições públicas e privadas enfrentam:
• maior fiscalização,
• maior cobrança por compliance,
• maior responsabilidade sobre dados, recursos e reputação.
Nesse contexto, fornecedores que não possuem:
• adequação à LGPD,
• políticas claras de segurança da informação,
• planos de resposta a incidentes,
• cláusulas anticorrupção,
• e governança contratual sólida,
tornam-se um risco estratégico.
Não se trata apenas de evitar problemas legais, mas de proteger a imagem institucional, especialmente em ambientes onde decisões passam por conselhos, tribunais de contas, auditorias e órgãos reguladores.
A tendência é clara: segurança jurídica deixou de ser diferencial e passou a ser pré-requisito.
